Os bugueiros de Tibau do Sul e Pipa decidiram protestar nesta quinta-feira 25 de julho de 2013 contra o aumento indiscriminado de jipes 4x4 que virou a mania do momento nas praias da região.
Segundo eles, os jipes na maioria modelo Toyota Bandeirantes, que passam por uma modificação em suas estruturas para suportar uma lotação de mais de 10 pessoas, são muitas vezes conduzidos por motoristas não qualificados tanto para andar na areia quanto para levar esse numero de pessoas e sem uma regulamentação. Além disso, com capacidade maior de “carga humana” os 4x4 acabam canibalizando os tradicionais passeios de buggy com preços entre R$ 45,00 a R$ 95,00, bem mais “democráticos” do que os valores cobrados pelos bugueiros que variam entre R$ 200,00 e R$ 500,00. Também né!
Os bugueiros, também pediram a adoção de uma “fila única” que tornaria mais democrática a distribuição de passeios na cidade. Sem a tal fila, a coisa vira uma bagunça só! Alguns bugueiros passam meses sem fazer um passeio sequer, enquanto outros fazem passeios todos os dias. (obviamente pagando propinas a recepcionistas e estabelecimentos)
O protesto ocorreu por volta das 10:30 da manhã, percorreu as ruas de Tibau do Sul e Pipa de forma totalmente pacifica, com buzinaço dos participantes, um carro de som e acompanhamento de uma viatura da PM de Tibau do Sul.
Esperamos que as solicitações dos tradicionais bugueiros sejam atendidas, mas entendemos que os trajetos e o tipo de passeio e preços oferecidos pelos 4x4 são completamente diferentes dos oferecidos por eles, sendo teoricamente uma opção a mais para o turista.
Preços Estranhos
A politica de preços tanto para os 4x4 quanto para os buggys, precisa na verdade ser repensada. Enquanto os pobres bugueiros são obrigados a gastar com a alta manutenção e consumo do automóvel, além de taxas para travessias de balsas e entrada em reservas ambientais, levam menos pessoas por passeio e acabam tendo que cobrar um pouco mais por turista, mas menos por pessoa se for com lotação máxima de 4 passageiros os Toyota gastando muito pouco com manutenção e abastecimento mas acabam fazendo bem mais dinheiro por passeio com lotação de “digamos” 10 pessoas a R$ 95,00.
Tem realmente alguma coisa errada ai! Desse jeito, vou vender meu carrinho velho e juntar umas goiabas para ir comprar uma Toyota modificada no interior de Pernambuco para fazer passeios aqui em Tibau do Sul, também quero ficar rico!
O problema é que, todos os buggueiros ou à maioria são credenciados! e abilítados para o serviço pagando seu imposto e suas taxas algums 4x4 não pagam nada à prefeitura até desconhece à existência agora existem sim buggueiros que, cobram à taxa de travessia das balsas do turista tá errado o cara já tá pagando de r$ 200,00 à r$ 500,00! trabalho em hotel e temos buggueiros de confiança, nem todos pagam comissão quando não estão disponíveis não agendo o passeio não é esquema é porque, sabemos À forma de atendimento, o proceder e os elogios recebidos de quem trabalha direito e às criticas de outros que, fazem um passeio de qualquer forma ou com um tempo inferior ao combinado! agora em determinados casos é complicado cobrar r$ 250,00 por duas horas de passeio é dose!
ResponderExcluirsó uma correção helmy, os valores passados pelos buggueiros são sempre os mesmos passados nos hoteis, na rua e no pipa.com dificilmente aparece alguêm passa um valor diferente
ResponderExcluirAcho que a palavra "PROPINA"não foi bem colocada pelo autor,onde o conceito significa (Ato de pagar ou receber de alguem por serviço ou informação as escondidas. Ato ilegal de comprar alguém).Os recepcionista merecem mais respeito,a partir do momento em que vendemos um passeio somos agênciadores,não sei se você conhece, mais o mercado é baseado em porcentagem,assim como corretor entre outros setores.Quem luta por fila única são os bugueiros despreparados,muitas das vezes excluídos pelos próprios recepcionista,que por algum motivo não prestou o serviço com eficiência.E deixando bem claro que a porcentagem dispensada para os recepcionista não vem lesar os turista,até porque essa comissão é retirada da parte do contratado,e não acrescido no valor do passeio.
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