Um evento magnífico, importantíssimo para a região e para a difusão da cultura, do habito da leitura e ocorrido numa das praias mais charmosas do Brasil. Algo assim merecia estar na primeira página de jornais e revistas do mundo todo e ocupar local de destaque nos blogs e mídias digitais. No entanto, vemos que não é bem assim que acontece e muito do que se passa por lá, acaba ficando apenas na memoria dos presentes. Assim é o Flipipa.
Pequenos blogs e mídias alternativas, que normalmente se interessam mais por literatura, são feitos na maior parte por iniciativa de seus autores, sem muitos recursos e nem sempre contam com o tempo disponível para dar uma pausa em suas atividades principais em busca de pautas ou "estar inloco". Assim, esses blogs dependem das fontes oficiais e de informações trazidas por terceiros ou fontes não oficiais como material de estudo para suas matérias. O problema é quando não há nenhuma fonte confiável e tudo que você tem são pequenos flashs de matérias com 3 minuto ou menos exibidos na TV que nem sempre estão disponíveis. Como o vídeo #FORATEMER do Gregório Duvivier que viralizou pelo Brasil todo mas que já foi censurado apagado do site da Globo.
Então, não estou reclamando do Flipipa. O evento é fantástico. Só estou relatando a dificuldade de se transmitir a outros públicos não presentes as mensagens passadas nesse evento maravilhoso. Gostaríamos muito que as palestras e entrevistas interessantíssimas do evento se espalhassem pelo mundo com a velocidade da internet e estivessem nos dedos, olhos e bocas por ai mas, infelizmente, só ficamos na vontade mesmo.
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